BYD lança Sealion 7 no Brasil com 531 cv e preço de R$ 339,9 mil

A BYD ampliou sua linha de veículos elétricos no Brasil com o lançamento do Sealion 7, primeiro SUV cupê da marca disponível no país. O modelo foi apresentado no Autódromo Ayrton Senna, em Goiânia, e chega ao mercado brasileiro com preço sugerido de R$ 339.990.

Para o Brasil, a fabricante escolheu a configuração mais potente do veículo. O Sealion 7 utiliza dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam potência combinada de 531 cv e torque de 690 Nm. Com tração integral, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e alcança velocidade máxima de 215 km/h, segundo dados da montadora.

O modelo é equipado com a bateria Blade de 82,5 kWh e oferece autonomia de até 360 quilômetros pelo padrão do Inmetro. O sistema suporta carregamento rápido em corrente contínua de até 150 kW, permitindo recuperar a carga de 30% a 80% em aproximadamente 30 minutos.

Com 4,83 metros de comprimento, 1,92 metro de largura e 2,93 metros de distância entre eixos, o Sealion 7 combina características de SUV com linhas inspiradas em modelos cupê. O veículo será comercializado no Brasil nas cores cinza, branco e preto e conta com rodas de 20 polegadas.

Na cabine, o modelo traz central multimídia rotativa de 15,6 polegadas, painel de instrumentos de 10,25 polegadas e Head-up Display, que projeta informações no para-brisa. Entre os equipamentos estão ainda teto panorâmico, sistema de áudio com 12 alto-falantes e bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação.

O porta-malas traseiro oferece capacidade para 500 litros, enquanto um compartimento adicional na parte dianteira comporta outros 58 litros. O veículo também dispõe da tecnologia V2L, que permite utilizar a energia armazenada na bateria para alimentar equipamentos elétricos externos.

Com a chegada do Sealion 7, a BYD reforça sua presença no segmento de veículos elétricos de maior desempenho no mercado brasileiro. A fabricante oferece garantia de seis anos ou 200 mil quilômetros para o veículo e de oito anos ou 200 mil quilômetros para a bateria.

 

 

FONTE: Diário do Nordeste

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